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Muitas bênçãos recebo
1. Do Pai, muitas bênçãos recebo.
São tantas, nem posso contar.
São como o orvalho que vejo
E os pássaros que ouço a cantar.
Do Pai, muitas bênçãos recebo.
São tantas, nem posso contar.
2. As bênçãos são como as estrelas,
Que brilham na imensidão,
Repletas de amor e ternura,
Dissipam a escuridão.
As bênçãos são como as estrelas,
Que brilham na imensidão.
3. Ao Pai, que é tão amoroso,
Vou mais gratidão demonstrar.
As bênçãos de um Ser tão bondoso
Vão sempre me acompanhar.
Ao Pai, que é tão amoroso,
Vou mais gratidão demonstrar.
Letra: Lina Sandell-Berg, 1880; traduzida para o português em 2025
Música: Albert Lindström, 1889 | JAG KAN ICKE RÄKNA DEM ALLA
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