Ensinamentos dos presidentes
Capítulo 7: Arbítrio e responsabilidade


“Capítulo 7: Arbítrio e responsabilidade”, Ensinamentos dos Presidentes da Igreja: Russell M. Nelson, 2023

“Capítulo 7”, Ensinamentos: Russell M. Nelson

família sorrindo

Capítulo 7

Arbítrio e responsabilidade

Tínhamos o arbítrio, ou o poder de escolher, como filhos espirituais do nosso Criador antes que o mundo existisse. O arbítrio é um dom de Deus, quase tão precioso quando a própria vida.

Da vida de Russell M. Nelson

Pouco depois de Russell M. Nelson ter sido ordenado presidente da Igreja, perguntaram à sua esposa Wendy o que ela queria que o mundo soubesse sobre ele.

“Ela respondeu sem hesitar: ‘Que ele recebe revelação’. Depois de fazer uma pausa, ela acrescentou: ‘E, se você acha que ele é amoroso, ele é mais amoroso ainda’.

Depois de refletir mais um pouco, ela acrescentou: ‘Meu marido está honrando primorosamente o arbítrio dos outros. Ele é o epítome das palavras do hino ‘A alma é livre’. A letra diz: ‘Suprema lei deixou-nos Deus, não forçará os filhos seus. Apenas faz-nos escolher o bem ou o mal neste viver; conselhos dá-nos, com amor, cuidado, graças e favor’. Esse é Russell M. Nelson’”.

Ensinamentos de Russell M. Nelson

O arbítrio é uma dádiva de Deus

Tínhamos o arbítrio, ou o poder de escolher, como filhos espirituais do nosso Criador antes que o mundo existisse [ver Alma 13:3]. O arbítrio é um dom de Deus, quase tão precioso quando a própria vida.

Os mortais receberam um dom quase tão precioso quanto a própria vida quando Deus dignificou o homem com o privilégio de escolher seu próprio rumo na vida. Nós escolhemos a quem ouvimos. Somos livres para escolher no que acreditar e no que nos tornar. (…)

Mesmo na vida pré-mortal, quando o plano de salvação foi projetado e a Terra foi preparada para o homem, o arbítrio foi preservado. Nosso Criador disse a nosso respeito: “E assim os provaremos para ver se farão todas as coisas que o Senhor seu Deus lhes ordenar” (Abraão 3:25).

Perguntas para estudo

Qual é o papel do arbítrio no plano de salvação estabelecido por Deus? Por que o arbítrio é precioso para você?

Uma das principais razões para a mortalidade é testar como exerceremos nosso arbítrio

16:13

Antes de nascermos, habitávamos com nosso Pai Celestial, como filhos espirituais. Lá, aguardávamos ansiosamente a oportunidade de vir à Terra e receber um corpo físico. Desejávamos conscientemente correr os riscos da mortalidade para podermos fazer nossas próprias escolhas e responsabilizar-nos por elas. “Esta vida [se tornaria] um estado de provação; um tempo de preparação para o encontro com Deus” (Alma 12:24).

16:30

Por que estamos aqui, no planeta Terra? Receber um corpo mortal é uma das razões mais importantes. Outra é sermos testados — vivenciarmos a mortalidade — para determinar o que faremos com as desafiadoras oportunidades que a vida nos oferece. Essas oportunidades exigem que façamos escolhas, as quais dependem do arbítrio. A razão principal da existência mortal, portanto, é testar a maneira como vamos exercer nosso arbítrio. (Ver 2 Néfi 2:15, 25.)

O arbítrio é um dom divino para nós. Somos livres para escolher o que seremos e o que faremos. Não estamos, porém, sozinhos. O aconselhamento com os pais é um privilégio, em qualquer idade. A oração permite que nos comuniquemos com o Pai Celestial e abre as portas para o recebimento de revelação pessoal. E, em certas circunstâncias, pode ser altamente recomendável consultar conselheiros profissionais e líderes locais da Igreja, especialmente quando decisões muito difíceis precisam ser tomadas.

16:58

Onde encontrar a orientação de que precisamos? Procuremos Aquele que nos conhece melhor do que ninguém: nosso Criador. Ele permitiu que viéssemos à Terra com a liberdade de escolher nosso próprio caminho. Devido a Seu grande amor, Ele não nos deixou sozinhos, mas providenciou um guia, um mapa espiritual, para nos ajudar a ter sucesso em nossa jornada. Chamamos esse guia de obras-padrão. Elas receberam esse nome porque a Bíblia Sagrada, o Livro de Mórmon, Doutrina e Convênios e a Pérola de Grande Valor são o padrão pelo qual devemos viver. Elas nos servem de padrão de referência, da mesma forma que os padrões de tempo, peso e medidas que estão guardados na agência nacional de padrões.

Para alcançar nosso objetivo de vida eterna, precisamos seguir os ensinamentos apresentados nas obras-padrão e outras revelações recebidas dos profetas de Deus.

Na vida pré-mortal, vocês estiveram ao lado de Jesus Cristo durante a Guerra no Céu. E agora o conflito entre as forças do bem e do mal continua aqui na Terra. Ele é real! Esse conflito do qual participamos ainda é entre as forças do bem e as forças do mal. Do lado de Deus está Jesus Cristo, que foi preordenado para ser o Salvador do mundo [ver 1 Néfi 10:4]. Do outro lado está Satanás — um rebelde, destruidor do arbítrio [ver Moisés 4:3].

O plano de Deus permite que o adversário os tente para que vocês, agora neste mundo mortal, exerçam o arbítrio para escolher o bem em vez do mal, para escolher se arrepender, para escolher se achegar a Jesus Cristo, acreditar em Seus ensinamentos e seguir Seu exemplo. Que imensa responsabilidade e que imensa confiança!

Sua liberdade de escolha está claramente explicada nesta citação encontrada no Livro de Mórmon: “Os homens são livres segundo a carne (…). E são livres para escolher a liberdade e a vida eterna (…) ou para escolherem o cativeiro e a morte, de acordo com o cativeiro e o poder do diabo; pois ele procura tornar todos os homens tão miseráveis como ele próprio” [2 Néfi 2:27]. O que vocês vão escolher?

Outro versículo revela que “iniquidade nunca foi felicidade” [Alma 41:10]. Muitos (…) tentaram desafiar essa verdade e fracassaram todas as vezes.

Sua liberdade de agir por si mesmos é tão essencial para seu progresso e felicidade eternos que o adversário se empenha extraordinariamente para enfraquecê-la. Satanás é realmente um insone incorrigível, o que significa que ele nunca dorme. Muitos de vocês já vivenciaram isso! (…)

Será que vocês vão estabelecer prioridades para ajudá-los a fazer suas escolhas na vida?

Suas escolhas nem sempre serão entre o bem e o mal. Muitas delas serão escolhas entre duas opções boas. Nem todas as verdades foram criadas iguais, por isso vocês terão que estabelecer prioridades. Em sua busca por conhecimento, saibam que a verdade mais importante que vocês podem aprender vem do Senhor. Em Sua oração intercessória a Seu Pai, o próprio Salvador confirmou isso. Ele disse: “E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” [João 17:3]. Acima de todas as outras coisas que vocês procuram aprender, procurem conhecer Deus, seu Pai Celestial, e Seu Filho, Jesus Cristo. Procurem conhecê-Los e amá-Los como eu os conheço e amo.

Outra escritura sobre prioridades que me ajudou ao longo da vida é esta: “Buscai primeiro edificar o reino de Deus, e estabelecer a sua retidão, e todas essas coisas vos serão acrescentadas” [Tradução de Joseph Smith, Mateus 6:38].

Mais do que tudo no mundo, vocês querem fazer escolhas que os conduzam para o destino glorioso e final da vida eterna. Essa é a grande glória de Deus para vocês. (…) Escolham a vida eterna como sua maior prioridade e observem como as outras escolhas se encaixam no lugar certo.

Perguntas para estudo

Ao refletir a respeito de sua vida, que decisões lhe trouxeram mais felicidade e alegria? O que você aprendeu sobre o arbítrio ao fazer essas escolhas?

O uso adequado do arbítrio moral requer fé em Jesus Cristo

16:30

O uso adequado do arbítrio moral requer fé. A fé no Senhor Jesus Cristo é o primeiro princípio do evangelho. Graças ao Salvador, temos nosso arbítrio. O Senhor deve ser o alicerce de nossa fé, e o teste dessa fé é a razão fundamental para nossa liberdade de escolha.

Somos livres para desenvolver e exercer fé em Deus e em Seu divino Filho, fé em Sua palavra, fé em Sua Igreja, fé em Seus servos e em Seus mandamentos.

Enfrentar desafios difíceis não é algo novo nem único. Há séculos, Josué e sua família tiveram de fazer uma escolha importante. Ele nos diz:

“Escolhei hoje a quem sirvais (…); porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor” [Josué 24:15].

Ao cultivarmos essa fé, nós nos habilitamos a ter a companhia do Espírito Santo, que nos ajudará a tomar decisões sábias.

16:23

Escolham acreditar em Jesus Cristo. Se tiverem dúvidas sobre Deus, o Pai, e Seu Filho Amado, ou sobre a legitimidade da Restauração ou a veracidade do chamado divino de Joseph Smith como profeta, escolham acreditar e permaneçam fiéis. Apresentem suas dúvidas ao Senhor e a outras fontes fiéis. Estudem com o desejo de acreditar em vez de terem esperança de encontrar uma falha na vida de um profeta ou uma discrepância nas escrituras. Parem de ampliar suas dúvidas debatendo-as com outros que duvidam. Permitam que o Senhor os oriente em sua jornada de descoberta espiritual.

Pergunta para estudo

Pense em uma ocasião em que você tomou uma decisão com base nos ensinamentos do Salvador. Como essa decisão influenciou sua vida?

Se escolhermos algo que não é certo, estaremos sujeitos às consequências dessa escolha

19:15

Ao pensar celestial, vocês perceberão que estão evitando qualquer coisa que lhes roube o arbítrio. Qualquer vício — seja em videogames, jogos de azar, dívidas, drogas, álcool, raiva, pornografia, sexo ou até mesmo comida — ofende o Senhor. Por quê? Porque sua obsessão se torna seu deus. Vocês buscam sua obsessão, não a Deus, para encontrar consolo. Se vocês sofrem com um vício, busquem a ajuda espiritual e profissional de que precisam. Por favor, não permitam que uma obsessão roube sua liberdade de seguir o fabuloso plano de Deus.

Os males sediciosos da pornografia, do aborto e do vício em substâncias prejudiciais são como cupins que destroem as forças morais de um lar feliz e de uma família fiel. Não podemos nos entregar a nenhuma iniquidade sem colocarmos em risco nossa família.

Nunca vejam pornografia nem deixem que sua linguagem seja profana. As próprias escolhas feitas por causa do arbítrio limitam o arbítrio da pessoa no futuro. Vocês não podem exercer o arbítrio e fugir da responsabilidade correspondente a cada escolha feita.

[A] guerra denominada “aborto” alcançou proporções pandêmicas em todo o mundo. (…)

Raramente, podem ocorrer casos em que a continuação da gravidez pode representar risco de vida para a mãe. Quando as autoridades médicas competentes consideram que a vida de um deve ser interrompida para salvar a vida do outro, muitos concordam que é melhor poupar a mãe. Mas essas circunstâncias são raras, principalmente nos locais que dispõem de recursos médicos modernos.

Outra preocupação compreensível é a ligada às gestações resultantes de estupro ou incesto. A tragédia dessa violação é agravada pelo fato de, nessas circunstâncias, ter sido negada a liberdade de escolha à mulher inocente envolvida.

Mas [apenas uma pequena porcentagem] de todos os abortos é realizada por esses dois motivos. [A maioria] é realizada pelo que pode receber o termo de “razões por conveniência”. (…)

[Um] argumento utilizado é de que a mulher é livre para escolher o que faz com o próprio corpo. Até certo ponto, isso é verdade e se aplica a todos nós. Somos livres para pensar. Somos livres para planejar. Somos livres para agir; mas, depois de praticarmos uma ação, nunca estamos livres de suas consequências. [Na maioria dos casos,] aqueles que pensam em fazer um aborto já fizeram certas escolhas.

Para compreender melhor esse conceito, podemos aprender com os astronautas. A qualquer instante durante o processo seletivo, planejamento e preparação, eles têm a liberdade de abandonar o programa, mas, depois do lançamento do poderoso foguete, o astronauta não tem mais a liberdade de escolha. Agora ele está atrelado às consequências de sua escolha. Mesmo que as dificuldades se desenvolvam e ele possa desejar o contrário, a escolha feita foi selada pela ação.

O mesmo acontece com aqueles que interferem no poder de procriação concedido por Deus. Eles são livres para pensar e planejar de outra maneira, mas sua escolha está selada pela ação.

16:41

Muitas vezes (…) o arbítrio é mal compreendido. Embora sejamos livres para fazer escolhas, uma vez feitas, ficamos atados às consequências dessas escolhas.

Somos livres para usar drogas ou não. Mas, uma vez que optamos por usar uma droga que causa dependência, estamos sujeitos às consequências dessa escolha. A dependência elimina a liberdade de escolha posteriormente. As substâncias químicas conseguem literalmente desconectar as pessoas da própria vontade!

Para o alívio de uma doença, como médico, eu poderia fazer uma prescrição médica. Como apóstolo ordenado, eu invocaria a bênção espiritual da perspectiva eterna. Em uma combinação das duas, minha prescrição espiritual devolveria o dom do arbítrio a seu legítimo dono.

Pergunta para estudo

Quais são alguns exemplos de decisões que podem limitar o arbítrio de uma pessoa?

No dia do julgamento, você prestará contas de sua fé, de suas esperanças, de suas obras e de seus pecados

16:30

Nós todos morreremos, seremos ressuscitados, julgados e recompensados com um lugar nos reinos eternos. (…) A cada dia que passa, estamos mais próximos do inevitável dia do julgamento. Nesse dia, será nos solicitado prestar conta de nossa fé, esperanças e obras. Disse o Senhor:

“Para que todo homem aja, em doutrina e princípio (…) de acordo com o arbítrio moral que lhe dei, para que todo homem seja responsável por seus próprios pecados no dia do juízo” [Doutrina e Convênios 101:78].

Uma vez que todos seremos ressuscitados, nosso corpo físico será então restaurado à sua própria e perfeita forma. O dia da ressurreição será um dia de julgamento, que determinará o tipo de vida que teremos daquele momento em diante.

Esse julgamento levará em conta não somente nossas ações, mas também os mais íntimos desejos e intentos do coração. Nossos pensamentos diários não se perderão. As escrituras nos falam de uma “viva lembrança” (Alma 11:43), de “uma perfeita lembrança” (Alma 5:18), quando chegar o dia do julgamento divino.

Pergunta para estudo

Por que é importante saber que seremos julgados não apenas por nossas ações, mas por nossos “mais íntimos desejos e intentos do coração”?

Ao fazer escolhas, torne o reino celestial sua meta eterna

Em minha primeira mensagem como presidente da Igreja, eu os incentivei a começar com o fim em mente, o que significa tornar o reino celestial sua meta eterna e, depois, ponderar cuidadosamente onde cada uma de suas decisões aqui na Terra os colocarão no mundo vindouro. (…)

19:15

Ao fazerem escolhas, eu os convido a buscar a perspectiva mais longa — a perspectiva eterna. Coloquem Jesus Cristo em primeiro lugar, pois sua vida eterna depende de sua fé Nele e em Sua Expiação. Ela também depende de sua obediência às leis do Senhor. A obediência é o que pavimenta o caminho para uma vida de alegria hoje e uma grandiosa e eterna recompensa amanhã.

O período da vida mortal não é nem um nanossegundo em comparação com a eternidade. Mas, meus queridos irmãos e irmãs, que nanossegundo crucial é este!

“Animai-vos, portanto, e lembrai-vos de que sois livres para agir por vós mesmos — para escolher o caminho da morte eterna ou o caminho da vida eterna” [2 Néfi 10:23].

O uso sábio de nossa liberdade para tomar nossas próprias decisões é fundamental para nosso crescimento espiritual, agora e na eternidade. Nunca somos jovens demais para aprender nem velhos demais para mudar. Nossos anseios em aprender e mudar vêm de um esforço divinamente instilado para alcançarmos o progresso eterno. Cada dia traz oportunidades para que tomemos decisões para a eternidade.

Pergunta para estudo

De que modo ter uma visão eterna influencia as escolhas que você faz?

Convites e promessas

Desenvolva e exerça fé em Deus e em Seu Filho divino

16:30

Somos livres para desenvolver e exercer fé em Deus e em Seu divino Filho, fé em Sua palavra, fé em Sua Igreja, fé em Seus servos e em Seus mandamentos.

Enfrentar desafios difíceis não é algo novo nem único. Há séculos, Josué e sua família tiveram de fazer uma escolha importante. Ele nos diz:

“Escolhei hoje a quem sirvais (…); porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor” [Josué 24:15].

Ao cultivarmos essa fé, nós nos habilitamos a ter a companhia do Espírito Santo, que nos ajudará a tomar decisões sábias.

Não permita que uma obsessão roube sua liberdade de seguir o fabuloso plano de Deus

19:15

Ao pensar celestial, vocês perceberão que estão evitando qualquer coisa que lhes roube o arbítrio. Qualquer vício — seja em videogames, jogos de azar, dívidas, drogas, álcool, raiva, pornografia, sexo ou até mesmo comida — ofende o Senhor. Por quê? Porque sua obsessão se torna seu deus. Vocês buscam sua obsessão, não a Deus, para encontrar consolo. Se vocês sofrem com um vício, busquem a ajuda espiritual e profissional de que precisam. Por favor, não permitam que uma obsessão roube sua liberdade de seguir o fabuloso plano de Deus.

Ao fazer escolhas, torne o reino celestial sua meta eterna

Em minha primeira mensagem como presidente da Igreja, eu os incentivei a começar com o fim em mente, o que significa tornar o reino celestial sua meta eterna e, depois, ponderar cuidadosamente onde cada uma de suas decisões aqui na Terra os colocarão no mundo vindouro. (…)

19:15

Ao fazerem escolhas, eu os convido a buscar a perspectiva mais longa — a perspectiva eterna. Coloquem Jesus Cristo em primeiro lugar, pois sua vida eterna depende de sua fé Nele e em Sua Expiação. Ela também depende de sua obediência às leis do Senhor. A obediência é o que pavimenta o caminho para uma vida de alegria hoje e uma grandiosa e eterna recompensa amanhã.

Escolha a vida eterna como sua maior prioridade, e as outras escolhas se encaixarão no lugar certo

Mais do que tudo no mundo, vocês querem fazer escolhas que os conduzam para o destino glorioso e final da vida eterna. Essa é a grande glória de Deus para vocês. (…) Escolham a vida eterna como sua maior prioridade e observem como as outras escolhas se encaixam no lugar certo.

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